Nasceu a 10 de fevereiro de 1860 e faleceu a 2 de setembro de 1942, na capital do Estado. Era natural da Vila de Soure, município de Itapicuru, Bahia. Filho do Sr. Alexandrino José Bastos e Ana Josefina Bastos. Casado com dona Leonilda Rodrigues Bastos. Suas irmãs foram: Joana Souza (Souzinha) e Izabel (Sinhá). Seus filhos foram: Inácio Pascoal Bastos Júnior, Isaura, Adélia, Marieta, Licínia, Esther e Leonilda.
Tinha temperamento tranquilo, austero e confiante. Esta última qualidade, por duas vezes lhe trouxe prejuízos financeiros o que lhe fez sempre homem de pouco dinheiro comparando-se em relação com aqueles efetivamente bem situados. Era muito paciente mesmo com seus opositores políticos. Seu maior amigo foi o Sr. Pedro Ribeiro de Araújo Bittencourt. Não tinha ambição pelo poder político, mas amava muito Alagoinhas. Assumiu a intendência do município de Alagoinhas em substituição ao Intendente, licenciado, Dr. João Antônio da Costa Dórea. Inaugurou o Edifício do Paço Municipal, Câmara, Fórum e Prefeitura. Nessa oportunidade, foram também inaugurados os retratos do Comendador Moreira Rêgo e do Intendente Inácio Pascoal Bastos, nos Salões do Conselho e Nobre respectivamente.
Durante o episódio fratricida de Canudos, tanto acolheu aos mutilados no combate, quantos às vítimas da epidemia de varíola, outras enfermidades e até mesmo aos retirantes famintos. Ainda neste período, por sua credibilidade teve missão dada pelo Governador da época. Missão diplomática de reconquistar a confiança do General Bittencourt, que admitia a possível participação do Governo da Bahia no sentido de ver retornar o regime da Monarquia no Brasil. Após seu afastamento da política, conseguiu por sua competência um emprego público por concurso, mudando-se para Salvador até o fim de seus dias.
